Casa / Gerenciamento de Projetos / Não há problema em gostar de fazer orçamentos de projetos!

Não há problema em gostar de fazer orçamentos de projetos!

Não há como negar. Não é todo mundo que gosta de fazer orçamentos, mas assim como os vegetais, eles fazem bem a você! Terry Bunio fala sobre os benefícios de fazer orçamentos antes de pular de cabeça no seu próximo projeto.

Os orçamentos são uma maneira de visualizar o futuro. Entrar neles é como entrar em um simulador de voo antes de realmente voar o avião, porque eles nos forçam a pensar em cada detalhe de uma situação, antes de se comprometer em executá-la. Contudo, Bunio adverte que um orçamento não é uma promessa do que está por vir. É apenas um chute bem planejado que dever ser atualizado e refinado na medida que detalhes do projeto se tornem mais claros.

Orçamentos, quando elaborados por toda uma equipe, também geram discussões úteis sobre o que tem valor em um projeto, adicionando foco. Você vai querer orçar por um Produto Viável Mínimo (PVM) sempre que possível, para que você não desperdice orçamento ao correr atrás de funcionalidade que não é prática nem viável. No âmago da questão está a ideia de trocas estratégicas. Lógico, que é muito mais rápido começar um projeto sem um orçamento. Mas a verdade é que os clientes nunca focam em apenas um projeto. A partir de uma perspectiva administrativa, faz sentido fazer orçamentos porque eles ajudam os clientes a comparar preços e benefícios por todo seu portfolio. Se um projeto em particular parece ter futuro baseado nas estimativas atuais, então qualquer recurso além do PVM poderá ser alocado em outro lugar.

Leia o post original (em inglês): http://www.pmhut.com/why-i-like-estimates

Sobre Eric Anderson

Eric Anderson is a staff writer for CAI's Accelerating IT Success. He is an intern at Computer Aid Inc., pursuing his master's degree in communications at Penn State University.

veja também

Você já fez essas perguntas fundamentais do projeto?

Quando você faz as perguntas certas, as respostas podem revelar percepções que, caso contrário, nunca teriam sido abordadas. Este artigo escrito por Michelle Symonds compartilha uma série de questões “fundamentais"

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

We use cookies on our website

We use cookies to give you the best user experience. Please confirm, if you accept our tracking cookies. You can also decline the tracking, so you can continue to visit our website without any data sent to third party services.